
Para saberes mais sobre este poeta: http://www.astormentas.com/din/biografia.asp?autor=Manuel+Bandeira
Nesta obra de Jan Van Eyck, chamada “O Casamento de Giovanni Arnolfini e Giovanna Cenami", conseguimos ter uma imagem da moda deste tempo.
Esta famosa história fala do amor entre dois adolescentes, filhos de duas famílias rivais, os Capuletos e os Montecchios.
Julieta era a única filha dos Capuletos, enquanto que Romeu era o filho único dos Montecchios.
Ela estava destinada a casar, por ordem do pai, com Páris um conhecido da família Capuleto. Mas havia um problema: a jovem tinha apenas treze anos de idade, o que a levou a esperar mais dois anos até ao casamento.
Ora um dia, o pai Capuleto, com intenção de juntar Páris e Julieta, organizou um baile em sua casa.
Romeu estava apaixonado por Rosalina, uma sobrinha do patriarca dos Capuleto. Na esperança de a ver, quando um amigo o convidou, aceitou-o imediatamente.
Na noite do baile, encontrou-se pela primeira vez com Julieta e então o amor explodiu!! Decidiram, assim, casar-se em segredo. A cerimónia contou com a cumplicidade de Frei Lourenço, um amigo das duas famílias.
Assim permaneceram casados durante algum tempo até que, por culpa de algumas desavenças, Romeu acabou por assassinar Tebaldo, um primo de Julieta. Por consequência desse acto, foi obrigado a exilar-se.
Julieta entrou numa tristeza profunda, e decidiu tomar um veneno que apenas fazia adormecer por pouco tempo as pessoas. Entretanto Romeu, recebeu a notícia errada: ela estava morta! Completamente desesperado, quis ver a sua amada pela última vez. Mas antes de tudo, já preparando o seu próprio suicídio, adquiriu um veneno mortal…
Ao vê-la adormecida na igreja, convenceu-se que esta se encontrava morta e tomou o veneno mortal. Pouco tempo depois, Julieta acordou e, ao ver Romeu morto, apunhalou-se.
O fim deste drama tem um fim amargo, mas esperançoso: as duas famílias, traumatizadas com este fim trágico, decidem fazer as pazes.
A moral da história é óbvia: nunca é tarde para perdoarmos…
Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Romeu_e_Julieta
Por: Filipa Engrola
Madalena Figueira
Miguel Monteiro
Desde os primórdios da história, as pessoas usaram a roupa e a moda para indicar o seu status social. Pessoas de classes altas ainda hoje usam roupas mais sofisticadas e complexas, bem como jóias caras, para indicar riqueza.
Durante o século XIV, as roupas das classes dominantes ganharam muitos enfeites e acessórios, tais como botões e cintos revestidos de pedras preciosas. Os tipos de tecido variavam muito pelas classes sociais: as classes muito ricas vestiam seda, veludo, cetim, tecido fiado a ouro e prata, canhões de ló, renda e enfeitavam as roupas com peles mais valiosas. Quanto às “classes médias” (o mais correcto será utilizarmos o termo “Burguesia”), esta vestia roupas de lã e linho, ao passo que as classes pobres vestiam roupas de peles de cabra, carneiro ou lobo.
Não havia propriamente aquilo que nós chamamos “tendências”: um estilo podia durar décadas e quase sempre era ditado pelos caprichos dos reis e rainhas poderosos. Os pobres usavam as mesmas roupas durante toda a vida, por isso, os tecidos deviam ser bastante resistentes. Era normal, também, o vestuário passar de pais para filhos.
Já agora, uma curiosidade: a falta de higiene era tanta que uma bela e rica peça de vestuário só conseguia ser usada, no máximo, dez-quinze vezes. As roupas dos nobres eram, sem dúvida, muito bonitas, mas era extremamente difícil lavá-las. Daí que, no fim deste prazo, era comum os senhores oferecerem essas roupas aos criados, pois o cheiro era insuportável…
Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Roupa
http://web.educom.pt/arquivo/por-mares/vestuario.htm
Por: Ana Bettencourt